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	<title>Imaginarte Marketing Cultural &#38; Eventos &#187; Mesquita</title>
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		<title>História de Mesquita</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Mar 2010 01:30:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Imaginarte</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O processo de ocupação das terras mesquitenses. Há 500 anos, a cidade de Mesquita era habitada por “jacutingas”, apelido dado aos índios pelos colonizadores. Acredita-se que o nome possivelmente surgiu porque se enfeitavam com penas de jacu branco (um tipo de ave parecida com a galinha e muito comum na região naquela época). A decadência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O processo de ocupação das terras mesquitenses.<br />
Há 500 anos, a cidade de Mesquita era habitada por “jacutingas”<span id="more-295"></span>, apelido dado aos índios pelos colonizadores. Acredita-se que o nome possivelmente surgiu porque se enfeitavam com penas de jacu branco (um tipo de ave parecida com a galinha e muito comum na região naquela época). A decadência dos jacutingas começou quando passaram a participar, junto com outras nações indígenas, de um movimento chamado Confederação de Tamoios. O motivo deste movimento foi a revolta dos índios diante da ação violenta dos portugueses, provocando mortes e escravidão. Na língua do Tupinambás &#8220;Tamuya&#8221; quer dizer &#8220;o avô, o mais velho, o mais antigo&#8221;, por isso essa Confederação de chefes chamou-se Confederação dos Tamuya, que os portugueses transformaram em Confederação dos Tamoios. A guerra entre índios e portugueses, seguida de doenças, contraídas pelo contato com o branco, dizimou centenas de índios, que lutaram para resistir à escravidão. O bairro de Jacutinga é o único em toda a Baixada Fluminense que ainda preserva a memória dos valorosos indígenas.</p>
<p>Fazendo uma viagem de volta ao tempo descobriremos que nossas terras já foram verdes, laranjas: verde dos canaviais, depois a cor que passou a predominar foi a dos laranjais. Por volta de 1700 um engenho já funcionava na descida da Serra da Cachoeira, produzindo açúcar e aguardente com mão-de-obra escrava. O engenho era situado onde hoje temos o Parque Municipal e seu proprietário era o Capitão Manoel Correa Vasques. As terras de Cachoeira passaram por vários donos, até que foram parar nas mãos de Jerônimo José de Mesquita, o primeiro Barão de Mesquita, e, mais tarde, nas mãos de seu herdeiro, Jerônimo Roberto de Mesquita, que viria a ser o segundo Barão de Mesquita.</p>
<p>Em 1884, quando a Estrada de Ferro chegou às terras, a parada de trem passou a se chamar Barão de Mesquita. Nessa época as fazendas começaram a não dar mais lucros, principalmente por conta da abolição dos escravos, e a fazenda da Cachoeira foi vendida e transformada em chácaras de plantio de laranjas. No início do século XX surgiram as olarias, atraídas pela qualidade do barro e por áreas alagadas da região.</p>
<p>Durante muitos anos a paisagem de Mesquita foi formada por laranjais, olarias e poucas residências. Por volta de 1940 a população atingia cerca de 9.109 mil habitantes, mas a decadência na produção de laranjas provocou a venda das chácaras e começaram a surgir os primeiros loteamentos, entre o pé da Serra e a Estrada de Ferro. Pouco a pouco as olarias também deram lugar aos loteamentos e, em 1950, a população triplicou para 28.835 mil habitantes.</p>
<p>No final da década de 40 e início dos anos 50 começaram a se estabelecer, em Mesquita, fábricas que ajudaram a impulsionar a economia da região: BRASFERRO, metalúrgica de grande porte, a IBT, também metalúrgica e a PUMAR, indústria de sombrinhas. Começava o período de industrialização que iria empregar centenas de moradores mesquitenses.</p>
<p>Histórias de lutas, alegrias e tristezas são contadas pelos viajantes e moradores mais antigos que passaram ou viveram nessas terras. Pessoas que foram testemunhas de uma Mesquita rica em florestas, de residências grandes e arejadas; que escutaram o apito da locomotiva pela primeira vez e viram fábricas serem erguidas, contribuindo para o desenvolvimento econômico da Baixada Fluminense.</p>
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		<title>Mesquita</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 06:47:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Imaginarte</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Data de Fundação: 25 de setembro de 1999 Gentílico: mesquitense Área: 34,767 Km² Altitute: 23 m Distância da Capital: 30 Km População: 166.080 (CENSO 2000) &#8211; 185.552 (Estimada) Eleitores:  122.012 (TSE maio/2006) IQM-2000: Classificação Estadual: 63 IDH-2000: Classificação Estadual: &#8211; Municípios Limítrofes: Belford Roxo, São João de Meriti, Nilópolis, Rio de Janeiro e Nova Iguaçu Principais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-107" title="mesquita_foto" src="http://www.imaginarte.art.br/wp-content/uploads/2009/09/mesquita_foto-300x125.jpg" alt="DESCIDA DO VIADUTO PARA MESQUITA. PRAÇA PRINCIPAL E AO FUNDO A IGREJA NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS." width="300" height="125" /><p class="wp-caption-text">DESCIDA DO VIADUTO PARA MESQUITA. PRAÇA PRINCIPAL E AO FUNDO A IGREJA NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS.</p></div>
<p>Data de Fundação:            25           de setembro de 1999<br />
<strong>Gentílico:</strong> mesquitense<br />
Área: 34,767 Km²<br />
Altitute: 23 m<br />
Distância da Capital:           30 Km<br />
População: 166.080 (CENSO           2000) &#8211; 185.552 (Estimada)<br />
Eleitores:  122.012           (TSE maio/2006)<br />
IQM-2000: Classificação           Estadual: 63<br />
IDH-2000: Classificação Estadual:           &#8211;<br />
Municípios Limítrofes: Belford           Roxo, São João de Meriti, Nilópolis, Rio de Janeiro           e Nova Iguaçu<br />
Principais Rios: Rio Sarapuí<br />
Principais Atividades Econômicas: Indústria           e Comércio<br />
Padroeira: Nossa           Senhora das Graças (27/11)</p>
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