<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Imaginarte Marketing Cultural &#38; Eventos &#187; Belford Roxo</title>
	<atom:link href="http://www.imaginarte.art.br/category/cidades-da-baixada/belford-roxo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.imaginarte.art.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 26 Jan 2012 19:09:19 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=abc</generator>
		<item>
		<title>História de Belford Roxo</title>
		<link>http://www.imaginarte.art.br/2010/03/historia-de-belford-roxo/</link>
		<comments>http://www.imaginarte.art.br/2010/03/historia-de-belford-roxo/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 27 Mar 2010 01:13:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Imaginarte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Belford Roxo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.imaginarte.art.br/?p=275</guid>
		<description><![CDATA[Por ser um município emancipado de Nova Iguaçu recentemente, conforme a Lei Estadual 1640, de 03 de Abril de 1990, a história da ocupação da região de Belford Roxo não se dissocia do histórico de ocupação de Nova Iguaçu, cuja planície, que se estende do Rio Meriti ao Inhomirim, foi ocupada a partir da metade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por ser um município emancipado de Nova Iguaçu recentemente, conforme a Lei Estadual 1640, de 03 de Abril de 1990, a história da ocupação da região de Belford Roxo não se dissocia do histórico de ocupação de Nova Iguaçu<span id="more-275"></span>, cuja planície, que se estende do Rio Meriti ao Inhomirim, foi ocupada a partir da metade do século XVI por meios de comunicação fluvial. Acompanhando o desenvolvimento da capital, Rio de Janeiro, o recôncavo da Baía de Guanabara passou a ser explorado através de seus rios, sendo ocupado através da doação de sesmarias. Logo surgiram na região da Baixada dezenas de engenhos de açúcar, e com eles igrejas e pequenas povoações, que posteriormente dariam origem às sedes de alguns municípios de hoje. As bacias dos rios Meriti, Sarapuí, Iguaçu, Inhomirim, Estrela e Magé foram as primeiras a serem ocupadas e nas margens destes rios surgiram os portos de embarque.</p>
<p>Em 1636 foi criada a Freguesia de Nossa Senhora do Pilar (atual Duque de Caxias), seguida da fundação de São João Batista de Trairaponga (São João de Meriti) e em 1717 a Freguesia de Nossa Senhora do Iguaçu (Nova Iguaçu).</p>
<p>Habitadas anteriormente pelos índios Jacutingas, as terras hoje pertencentes ao município de Belford Roxo foram assinaladas pela primeira vez no mapa elaborado por João Teixeira Albernaz II em 1566 entre os rios “Meirth, Simpuiy e Agoassu”. Os índios Tupinambás chamavam a região de “Ipuera” (o que foi água), os portugueses chamavam de “brejo” (terreno alagadiço, pântano). Com o descobrimento do Brasil e a posterior implantação de sistema de capitanias hereditárias, as terras que hoje constituem o Município de Belford Roxo couberam a Martim Afonso, o donatário de São Vicente.</p>
<p>Na área hoje compreendida pelo Município de Belford Roxo funcionava um engenho de açúcar no início do século XVII, conhecido com Engenho o Fazenda do Brejo, e tinha esse nome graças às lendárias cheias do Rio Sarapuí, que alagavam as terras das imediações e formavam manguezais. A Fazenda foi o núcleo inicial de uma pequena vila que surgiria no final do século XIX.</p>
<p>O Engenho era cortado pelo Rio Sarapuí e, como quase toda a Baixada Fluminense, cercado por pântanos e brejais. Possuía em sua margem um porto para escoamento da produção: açúcar, arroz, feijão, milho e aguardente.</p>
<p>Sabe-se que durante o governo do Marquês do Lavradio entre 1769 e 1779, o Engenho do Brejo fazia parte da Freguesia de Santo Antônio de Jacutinga, e teve, a partir de então uma sucessão de proprietários.</p>
<p>A produção agrícola da Freguesia de Iguaçu apoiada na força de trabalho escravo destacava a região como importante pólo de abastecimento da Cidade do Rio de janeiro, com lavouras de arroz, milho, mandioca, feijão e cana-de-açúcar, como era o caso do Engenho do Brejo, cuja produção seguia para o Rio de Janeiro por vias fluviais.</p>
<p>O ciclo do ouro ocorrido no interior do Brasil trouxe importância para a ampliação dos caminhos da Baixada. Após o abandono do caminho dos Guaianazes que partia de Parati, foi aberto um novo caminho através da Baixada, ligando o Rio de Janeiro as Minas Gerais – o caminho novo de Garcia Paes em 1704 – que passava por Xerém, pilar e descia o Rio Iguassú até o Rio de Janeiro. Da mesma forma, o apogeu da cultura cafeeira também trouxe impacto para a Baixada, pois plantado na Serra do Mar em Iguaçu, proporcionou a abertura de novas estradas como o “Caminho do Comércio” em 1822.</p>
<p>A esta altura a paisagem da Baixada já registrava o impacto da produção agrícola extensiva, com o desmatamento das florestas e o conseqüente assoreamento dos cursos d’água que se transformaram em áreas pantanosas.</p>
<p>Na segunda metade do século XIX, o Rio de Janeiro espelhava a segunda fase da revolução industrial – a dos transportes. As linhas férreas foram responsáveis pelas transformações paisagísticas e populacionais, iniciando a configuração urbana na Baixada Fluminense. A população dos povoados rurais, cansada do isolamento e das doenças ribeirinhas, começa a se deslocar para as margens das ferrovias, principalmente nas paradas dos trens – onde se tinha água e lenha para o abastecimento das locomotivas. Nestas paradas começaram a surgir pequenas atividades de comércio, cortadores de lenha, carvoeiros e atividades de serviços em geral, embriões de futuros núcleos urbanos. O crescimento rápido desta população fez das paradas de trem importantes estações que no futuro seriam os distritos de Nova Iguaçu, Nilópolis, Queimados, Japeri, Meriti, Belford Roxo, Pilar, Xerém e Estrela.</p>
<p>Nesta fase, a região começa a registrar um período de decadência. A Fazenda do Brejo também entrou em decadência, e a esta altura já era consolidada como uma pequena vila que depois de se chamar Ipueras e Calhamaço Brejo, passou a chamar-se Belford Roxo em homenagem ao ilustre Engenheiro <a href="file:///E:/Baixada_em_Foco_2006/belford_roxo_historia.html#ftbf">Raimundo Teixeira Belford Roxo</a>.</p>
<p>A Vila de Belford Roxo em torno da estação do trem foi paulatinamente conquistando melhorias. Além da caixa d’água instalada em 1880 com capacidade para abastecer 500 pessoas em um <a href="file:///E:/Baixada_em_Foco_2006/belford_roxo_historia.html#chafariz">chafariz</a>, registra-se a instalação de luz elétrica e o transporte ferroviário para passageiros.</p>
<p>A expansão urbana neste século deu-se com a expansão das ferrovias. A venda de terras, outrora fazendas, retalhadas em lotes e vendidas a preços baixos para moradia ou transformadas em sítios para o plantio de laranjais, foi estimulada pelo governo. Assim como em outros distritos da Baixada Fluminense, o caráter rural da região foi sendo lentamente substituído pelo perfil de “cidade dormitório”.</p>
<p>A dinâmica de crescimento obedeceu à lógica de produção do espaço urbano metropolitano sem planejamento e desigual. Envolvido com conflitos ambientais causados por um crescimento urbano pouco planejado, observa-se que o Município sofre de problemas comuns a outras áreas da Baixada, especialmente a carência de infra-estrutura e serviços.</p>
<p>O desenvolvimento industrial dos municípios vizinhos, especialmente Caxias, apresentou novas alternativas de mercado de trabalho para a população local, o que também aconteceu em menor proporção dentro da própria cidade, com a introdução de algumas indústrias como a Bayer, a Lubrizol, a Termolit e algumas empresas transportadoras. De modo geral, entretanto, pode-se dizer que o caráter de “cidade dormitório” continua presente e que a maior parte da população trabalhadora continua dependente de relações de trabalho no Rio de Janeiro.</p>
<p>NOTAS:<br />
<a name="rtbf"></a>Em 1888, uma grande estiagem arrasou com a Baixada Fluminense e até a Corte ficou sem água. D. Pedro II se agradou da proposta do Engenheiro Paulo de Frontin, que se comprometia a captar 15 milhões de litros de água para a Corte em apenas seis dias – fato conhecido como “milagre das águas” – que contou com a colaboração do Engenheiro Maranhense Teixeira Belford Roxo, que faleceu um ano após a empreitada e por isso recebeu a homenagem.</p>
<p><a name="chafariz"></a>O chafariz ficava localizado em frente à estação de trem . Era feito em ferro e reproduzia a figura de uma mulher segurando em seus braços um vaso ao estilo de cornucópia de onde jorrava água. Com o tempo, a escultura oxidou e escureceu, passando a ser chamada carinhosamente pela população da vila de “Bica da Mulata”</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.imaginarte.art.br/2010/03/historia-de-belford-roxo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Belford Roxo</title>
		<link>http://www.imaginarte.art.br/2009/01/belford-roxo/</link>
		<comments>http://www.imaginarte.art.br/2009/01/belford-roxo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 06:54:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Imaginarte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Belford Roxo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.imaginarte.art.br/?p=118</guid>
		<description><![CDATA[Data de Fundação: 3 de abril de 1990 Gentílico: belforroxense Área: 79,791 Km² Altitute: 18 m Distância da Capital: 35 Km População: 434.474 (CENSO 2000) &#8211; 489.002 (Estimada julho/2006) Eleitores: 280.674 (TSE maio/2006) IQM-2000: Classificação Estadual: 70 IDH-2000: Classificação Estadual: 60 Municípios Limítrofes: Duque de Caxias, São João de Meriti, Mesquita, Nova Iguaçu. Principais Rios: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_117" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-117" title="belfordroxo_entrada" src="http://www.imaginarte.art.br/wp-content/uploads/2009/09/belfordroxo_entrada-300x100.jpg" alt="ENTRADA DE BELFORD ROXO E BRASÃO NA PRAÇA ELIAQUIM BATISTA NO CENTRO." width="300" height="100" /><p class="wp-caption-text">ENTRADA DE BELFORD ROXO E BRASÃO NA PRAÇA ELIAQUIM BATISTA NO CENTRO.</p></div>
<p>Data de Fundação:         3 de abril de 1990<br />
<strong>Gentílico:</strong> belforroxense<br />
Área: 79,791 Km²<br />
Altitute: 18 m<br />
Distância da Capital:         35 Km<br />
População: 434.474 (CENSO         2000) &#8211; 489.002 (Estimada julho/2006)<br />
Eleitores: 280.674 (TSE         maio/2006)<br />
IQM-2000: Classificação Estadual:         70<br />
IDH-2000: Classificação Estadual:         60<br />
Municípios Limítrofes: Duque de         Caxias, São João de Meriti, Mesquita, Nova Iguaçu.<br />
Principais Rios: Rio Sarapuí, Rio da         Bota, Rio Iguaçu<br />
Principais Atividades Econômicas: Indústria,         Comércio (relavante) e Prestação de Serviços<br />
Padroeira: Nossa          Senhora da Conceição (8/12)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.imaginarte.art.br/2009/01/belford-roxo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

